quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Estudo de Caso. Aula do dia (13/12/2013)

            Iniciamos a aula através da dinâmica (teia de aranha). Formamos um círculo com a intenção de que todas estivessem totalmente integradas, por meio de um barbante, vamos conduzindo-a, ao entregar o barbante para a colega escolhida éramos instruídas a falar algo que desejássemos e isso se procede até finalizar com a última pessoa do círculo, e ao término da dinâmica fica de forma visível uma grande semelhança com uma teia de aranha.
             As palavras ditas para cada colega da sala de aula surtiram efeito de emoção, notamos que durante esses quatros anos iniciamos a nossa “teia de aranha” e estamos mantendo até os dias atuais do término do curso e o esperado e que ela nunca se desfaça que as amizades construídas permaneçam e sejam verdadeiras sempre, pois sempre iremos precisar uns dos outros, e isso não vale apenas para as amizades da sala de aula, mas para levarmos como lição de vida em qualquer relação que iniciarmos.
            Em seguida fomos divididas em 4 grupos para solucionar estudos de casos relacionados a curiosidade e comportamentos sexuais das crianças. Cada grupo tinha que buscar uma solução da melhor maneira possível e a nossa resposta eram comparadas com a de psicólogos. Ao finalizar o estudo, chegamos à conclusão que é normal esse comportamento na infância e cabe aos pais, professores e especialistas (se for o caso), de explicar, e responder as curiosidades de acordo com a faixa etária dos pequenos e orientar os mesmos sobre comportamentos constrangedores, o que não for certo, saber repreender sem causar bloqueio na criança.




HOMOFOBIA: AULA DO DIA (06/12/13)

            Homofobia é um tipo de preconceito que algumas pessoas ou grupo, alimentam contra lésbicas, homossexuais, transexuais, bissexuais, ou seja, contra pessoas que se vestem ou se comportam de forma oposta ao seu sexo. Existem protestos e manifestações que são formados para “humilhar” e discriminar essa classe.
 É lastimável afirmar que muitos que carregam o preconceito contra os homossexuais, foram induzidos pela sociedade quando ainda eram crianças. Quem nunca ouviu: Meninas usam rosa, e meninos usam azul. Meninos não podem brincar com meninas, ou então podem causar um certo desvio sexual. Infelizmente esse conceito está presente até nos dias atuais. E cabe a sociedade mudar essa concepção, pois cor de roupa não define opção sexual de ninguém.
            Infelizmente a homofobia esta presente por toda parte. É curioso destacar que muitas vezes alguns dos atos violentos e preconceituosos são realizados por pessoas que apresentam sinais de homossexualidade, mas por algum motivo não sai do “armário”.  A violência contra essa classe está cada vez mais alarmante, quantos são encontrados mortos, ou espancados? Quantos saem das suas cidades com a intenção de trabalhar em casas de show em outros países idealizando que vão fazer carreira, quando chegam lá são explorados sexualmente e recebem merrecas que muitas vezes não dá nem para pagar sua própria alimentação? Até mesmos dentro das escolas muitos são excluídos e descriminados por pessoas hipocráticas e ignorantes. E através dessas atitudes absurdas os homossexuais sentem-se menosprezados, afetando assim, no seu crescimento pessoal e social.
Então para que essa historia se reverta temos que levanta a bandeira contra a homofobia reivindicar e mostrar que homossexuais possui os mesmos direitos que os heterossexuais. Apesar de que aos poucos em alguns países os homossexuais estão conquistando direitos, como: casamento legalizado, adoção, barriga de aluguel, entre outros, ainda existe muito para se conquistar, principalmente, lutar para que as agressões sejam evitadas e se ocorrer que os responsáveis sejam punidos. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Vídeo assistido na aula do dia: 29/11/13

VÍDEO: Campanha contra Homofobia na Irlanda. 




Esse vídeo trás a história de dois jovens que sofrem bullying na escola por serem homossexuais, ao comparar esse com o (Encontrando Bianca) gravado no Brasil notamos que os mesmos trás o preconceito como destaque, os dois apresentam agressões diferentes, no Brasil a maioria dos homossexuais sofrem agressões físicas e na Irlanda agressões verbais. Algo que não deixa de ser um ato covarde e desnecessário, pois cada um tem o direito de fazer as suas próprias escolhas, e em relação a sua sexualidade independente da qual seja não deixam de serem cidadãos e capazes de exercer os seus papéis na sociedade.
Vídeo assistido na aula do dia : 29/11/2013

Vídeo: MEC BRASIL Encontrando Bianca




O vídeo descreve a história da transexual Bianca que sofre por muitos preconceitos e barreiras até ser aceita por alguns como mulher. A mesma tem o sonho em ser professora, e sabe que para alcançar o seus objetivos irá enfrentar mais preconceitos e não aceitação diante alguns na sociedade.  





Sexualidade nas Diversas Fases da Vida (Aula do dia: 29/11/13)

            Esta aula iniciou através da apresentação do slide: A Sociedade é repressora em cada período da vida humana. Após a sua exibição discutimos e descobrimos o que acontece sobre a sexualidade em cada etapa das nossas vidas (infância, adolescências e terceira idade).
Veja abaixo alguns pontos que foram destacados.
Infância: Sexualidade negada;
Na infância a sexualidade é associada às sensações e preocupações de prazeres.
Tocar e perceber limites do próprio corpo;
Descobrir partes do corpo prazerosas;
Brincadeiras com outras crianças.
            Nesta fase a criança descobre os seus órgãos que transmite sensações de prazer, através de toques, despertam também a curiosidade de descobrir o que o outro do sexo oposto esconde debaixo das roupas. Muitas carregam bastante curiosidade, onde os pais devem ter um certo jogo de cintura para poder responder com clareza e objetividade as perguntas feitas pelos pequeninos estando de acordo com a faixa etária de cada criança. Antes de responder é conveniente saber quais os conhecimentos prévios que os pequenos têm em relação às perguntas feitas e depois de suas respostas, seriam esclarecidas as dúvidas.
Adolescência: Sexualidade é mal vista, existem transformações biológicas, sociais, familiares, psicológicas;
Busca de identidade pessoal e sexual;
Busca por espaço social de homem e mulher;
Capacidade de planejar e projetar o futuro;
Capacidade de análise crítica;
Formação de valores próprios.
            Nesta fase o adolescente passa por diversas transformações, o corpo de criança vai ficando para trás e outras formas vão surgindo, como: crescimento dos seios, quadris arredondados (no caso das meninas), mudança da voz, pelos no rosto (no caso dos meninos) entre outras mudanças. Acabam descobrindo qual identidade sexual prevalece em seu corpo, e aumenta a responsabilidade por um espaço na sociedade diante a sua capacidade de analise crítica e suas formações de valores próprios.
Terceira Idade: Sexualidade é ridicularizada é importante lembrar que a sexualidade vai muito além da genitalidade e faz parte de todas as fases da vida.
            Nesta fase, os idosos são ridicularizados por manifestarem, carinho, afeto e por apresentarem desejos sexuais. Muitos criticam, ou faz piada diante de algumas situações apresentadas por pessoas da terceira idade. É importante destacar que nunca é tarde para amar independente da idade avançada.
Diante os temas apresentados pelo o slide debatemos sobre vários assuntos além desses que já foram destacados, passo a destacar mais um, que é o “Ficar”.
Conceito de ficar: O ficar é um ato presente na adolescência e é visto pela sociedade como, um tipo de relação que está fundamentada na atração física, no erotismo na existência da não exclusividade de ambas as partes e no seu aspecto passageiro, procuram esse tipo de relacionamento como forma de experimentar a intimidade e uma série de desejos, sentimentos e emoções relacionadas a ela, sem, contudo precisarem estar vivendo um compromisso com o outro.
           
  Após os estudos dos slides assistimos dois vídeos de campanhas contra homofobia. Um gravado no Brasil e outro na Irlanda. Depois que assistimos fizemos uma comparação de como é vista a homossexualidade nos dois países.





quinta-feira, 28 de novembro de 2013



Somos muitas Marias, que por acaso nos encontramos em um mesmo local com os mesmos objetivos: SEGUIR, LUTAR, VENCER, CONQUISTAR... Juntas estamos: convivendo, descobrindo, desvendando, ensinando, discutindo e se amando.  Não foi fácil chegar à reta final do nosso curso e sabemos que a luta começa agora. Agora é a hora de mostrar tudo que o curso ensinou e proporcionou. Agora pedagogas, é a hora de por em pratica essa profissão que grita incessantemente dentro dos nossos corações.
A convivência e as amizades construídas ficarão na memória em especial os momentos felizes que passamos juntas!

Orgulho de ser pedagoga! 

Escolhi essa música, pois de certa forma a sua letra retrata a história da cada uma. 




Li e recomendo; O livro "sexos aquilo que os pais não falaram para os filhos" trás em seus escritos temas bastante relevantes, onde através deles os jovens conseguem esclarecer suas dúvidas e os pais e professores podem orienta-los através de suas dicas. 
O livro foi escrito pelo o autor Luís Batista Meira, psicólogo com licenciatura plena em psicologia pela UNIPÊ; formação em psicologia clínica comportamental; especialização em educação especial. Pós-graduação lato sensu em sexualidade humana pela Universidade Gama Filho – RJ, em dependência química pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Desenvolve suas atividades profissionais na psicoclínica- Clínica de Psicologia e Sexologia.
Falar  de Sexo para as crianças e adolescentes estimula o impulso delas para a prática  sexual?



            Existem muitas formas de falar sobre sexo, é possível falar sobre o assunto utilizando uma linguagem educativa, terapêutica, erótica ou pornográfica. É necessário saber o que falar, para quem e na hora certa, seguindo estes princípios o falar sobre sexo se torna necessário e salutar.
            É mais seguro que as crianças entrem em contato com as explicações sexuais para as suas indagações pelos pais, de forma adequada ao nível do seu entendimento.
            É mais prudente que os adolescentes recebam as explicações sobre as transformações orgânicas da adolescência ou sobre as práticas sexuais dentro da família, que aprenderem com os amigos de modo incorreto, inseguro e inadequado.
            Quando o adolescente aprende sobre sexo fora do seio familiar, fica deslocado para discutir em casa seus conhecimentos sobre o assunto.
            Muitas vezes os pais não falam sobre sexo para seus filhos, com receio de ser um incentivo à prática sexual precoce, porém esquecem os pais que o perigo reside na duvida ou na informação distorcida, não adianta fugir do assunto, pois as crianças e os adolescentes recebem durante todo tempo as informações e apelos sexuais, seja do meio em que vive fora de casa, seja dos órgãos de comunicação, com as distorções que convém aos prestadores das informações.
            As explicações sexuais dos pais ou professores para as crianças, se não forem tão esclarecedoras ou diretas, que pelo menos não sejam ilógicas nem transmitidas de modo hostil.

Luís B.Meira 



Tudo na vida é questão de se permitir. Tudo na vida é questão de seguir em frente, não desistir. Tudo na vida é questão de não deixar a peteca cair, de se equilibrar na corda quando tudo em volta ruir, de se manter firme, não pedir para sair. Tudo na vida é questão de manter a cabeça erguida, de não ignorar suas próprias feridas, de tomar as rédeas e ser o dono da sua vida. 


Tudo na vida é questão de respirar fundo, de aproveitar cada segundo, de ter em mente, sempre, que você é só mais um no mundo. Tudo na vida é questão de ponto de vista, de mesmo no chão se manter otimista, de ter a consciência de que nunca vamos ser tão perfeito como o que pregam as capas das revistas. Tudo na vida é comprometimento, é sinceridade, responsabilidade, é saber que ninguém é só maldade ou só verdade. 

Nem toda vida é só fato, só boato, só retrato ou só o que está escrito no contrato. Nem toda vida é só ação, só reação, só falta ou excesso de coração. Nem toda vida é só fim de tarde em Ipanema, só sonho de ser estrela de cinema, só vulcão, só um tropeção, só um bando de problemas sem solução. Nem toda vida é ponto final, um dom especial, só bandido, só policial. Nem toda vida é só abraço, só bagaço, só golaço, só nervos de aço. Nem toda vida é só vida, nem toda vida é só azar ou só sorte, nem toda vida é só esperar a hora de chegar a morte. 

Nem. Tudo é. Tudo.


Junior de Paula


O que são desvios sexuais?

         A cultura se encarrega de transmitir os valores sociais e sexuais das gerações passadas para as gerações futuras.
            Desvio sexual, também chamado de Parafilia é o comportamento sexual que não segue os padrões mais ocorrentes ou comuns de um povo em uma determinada época, o desvio geralmente é uma conduta sexual minoritária no convívio social.
            O desvio está ligado a um comportamento sexual diferenciado e se relaciona diretamente com a preferência sexual de alguém, sua relação de desejo, fantasias e a forma de perceber o prazer sexual.
            As Parafilias estatisticamente ocorrem mais frequentemente como os homens e surgem pouco a pouco, de acordo com as descobertas sexuais e as respectivas experiências.
            A presença de objetos na pratica sexual ou utilizar-se de animais, o relacionamento com pessoas de idades significativamente distantes como crianças ou idosos, a prática sexual com uso de violência ou associada com caráter de dor, a atração especial por roupas íntimas, observar ou ser observado em praticas sexuais ou ainda a observação ou exposição dos órgãos sexuais, desejar pessoas do mesmo sexo, vestir-se com características do sexo oposto, etc.
            As situações aqui expostas são alguns exemplos de desvios sexuais, é importante salientar que o desvio caracteriza-se pela condição de fixação do desejo em uma determinada situação, passando a ser a forma ideal para obtenção do prazer.


Luís B. de Meira

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


O  Que é adolescência?



            Adolescência é uma fase da vida de cada ser humano que tem como característica fundamental as transformações no plano orgânico, psicológico e comportamental.
            É o elo entre a fase infantil e a fase adulta, é a preparação para uma nova vida. A adolescência seguramente é um dos períodos mais difíceis da vida. As transformações ocorridas nesta fase determinantes na caracterização do novo adulto, através da consolidação da estrutura de personalidade, das aquisições comportamentais, dos valores e novos papéis sociais.
            As relações familiares estabelecem durante toda a infância os laços afetivos relacionais das pessoas para com os outros e para consigo, porém, é na adolescência que ocorre a confirmação deste padrão de comportamento.
            Não é possível estabelecer a idade exata para o início ou término da adolescência, pois isto varia de pessoa para pessoa. No entanto as meninas iniciam a puberdade geralmente entre 10 e 12 anos, os meninos em torno de 2 anos mais tarde, em relação às meninas. As mudanças que ocorrem durante a adolescência no corpo dos meninos e das meninas chamaram de puberdade. O início da adolescência é estabelecido por inúmeros fatore:
·         Fatores genitais (determinados pela herança genética através dos genes);
·         Fatores nutricionais: podem influir direta ou indiretamente em adiar o desencadeamento da puberdade;
·         Fatores hormonais: a hipófise (glândulas que se localiza no hipotálamo), aumenta a sua produção do FSH (Hormônio Folículo Estimulante) e LH (Hormônio Luteotrófico), que atuam diretamente na ativação dos ovários (na produção de espermatozoides e testosterona).
            A adolescência é algo mais amplo que a puberdade, porque não envolve apenas as transformações orgânicas, abrange também os conflitos psicológicos, característicos desta época e a aquisição de novos comportamentos que envolvem a assimilação dos papéis de homem e mulher, as relações sociais ( o agrupamento com colegas da mesma idade), o afrontamento da conduta sexual com as recorrência dos desejos e fantasias sexuais, além da preparação do organismo para a concepção de um novo ser.

Luís B.Meira





sábado, 23 de novembro de 2013

Educação e Sexualidade Aula do dia: 22/11/13

Pais, como responder as curiosidades sexuais das crianças, em suas descobertas sexuais? 


            Não é algo fácil para os pais responderem às curiosidades sexuais dos seus filhos e acompanharem as mudanças corporais no decorrer do seu crescimento. Os pais veem seus filhos como eternas crianças, quase sempre não enxergam que elas cresceram, tratam os mesmos como; pequenos, ingênuos, inocentes e puros.
            Os pais são surpreendidos com perguntas relacionadas a sexualidade, que inicia-se geralmente a partir dos três anos de idade. Ao serem deparados com tais perguntas eles ficam abismados por acharem que seus filhos não teriam entendimento sobre o assunto. Como são pegos de surpresa, as suas respostas na maioria das vezes são inseguras e inadequadas que geralmente confundem a criança.
Algumas reações dos pais devem ser evitadas como:

·         Atitudes agressivas em substituição a respostas adequadas;
·         Brigar com a criança por ela ter efetuado determinada pergunta;
·         Deixar de responder às perguntas, se fazendo que não ouviu, ou não entendeu.

            Estas opções acima são algumas reações descritas como inadequadas para o desenvolvimento psicossexual das crianças, cada caso tem sua particularidade, os pais não devem fugir do diálogo, devem encarar com simplicidade as perguntas de seus filhos dando-lhe respostas convincentes, no intuito de conquistar a confiança das crianças.
As respostas devem ser objetivas, verdadeiras, devem suprir a pergunta da criança utilizando uma linguagem próxima da mesma e as explicações mais detalhadas, devem vir com o avanço da idade ou do nível de compreensão.



sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Educação e Sexualidade

Aula do dia 08/11/13 Estágios do Desenvolvimento Humano Segundo Diversas Teorias.

            Para iniciarmos o dia juntas, a professora Ana Raquel propôs ficarmos abraçadas e em silêncio para que pudéssemos ouvir apenas o som do ambiente. A intenção através desse gesto é começar as atividades com a sensação de paz interior.
            Logo após fomos instruídas a participar de uma dinâmica, a qual se procedeu da seguinte forma: escolhemos um objeto dentro das nossas bolsas e a partir da escolhas, independente do qual objeto foi escolhido, tivemos que relatar qual a sua importância para a utilização do tal objeto. Através das escolhas surgiram vários relatos que a partir deles podemos enxergar o valor de alguns materiais que carregamos conosco e nunca tínhamos parado pra pensar a sua importância.
            Em seguida discutimos sobre as fases do desenvolvimento humano segundo FREUD e PIAGET, mas dando ênfase a teoria de Freud. O estudo decorreu através de um texto em forma de tabela que relata as fases do desenvolvimento e as dúvidas apontadas era esclarecidas pela professora Ana Raquel. Através do estudo passamos a conhecer passo a passo o desenvolvimento humano que ocorre da seguinte forma:
Fase Oral: 0 a 12/18 meses Onde as crianças tem a mania de levar alguns objetos a boca, segundo Freud a boca é uma importante fonte de prazer.  
Fase Anal: 12 a 18 meses Também é uma área onde os pequeninos sentem algumas sensações prazerosas.
Fase Fálica: 3 a 6 anos O que é bem comum nessa idade, é a curiosidade despertada nas crianças em descobrir o sexo oposto e também descobrir o seu próprio corpo.
Fase de Latência: Dos 6 à puberdade Onde o corpo está sofrendo algumas mudanças.
Fase Genital: Puberdade/ adulta onde passa a conhecer todas as formas de prazer.
            Através do estudo, ficamos cientes que como professoras temos o dever de saber lidar com algumas situações, que podem soar como “saia justa” através de alguma pergunta feita sobre sexo por alguma criança, ou se presenciarmos cenas de sexualidades entre os pequeninos. Devemos ter segurança de como vamos explicar tais situações de uma forma que os alunos entendam e compreendam, sem precisar omitir, ou mentir. Pois as crianças são muito espertas e na maioria das vezes sabem quando os adultos metem sobre esse assunto.



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Educação e Sexualidade

             A aula do dia 01/11/ 13 de educação e sexualidade iniciou através das explicações feitas pela professora Ana Raquel de com seria realizada a avaliação da disciplina. Logo após apresentamos o resultado da pesquisa relacionada aos mitos e tabus do tema: SEXUALIDADE. Onde as dúvidas eram esclarecidas pela professora do qual seria realmente mito ou não.
Segue abaixo os resultados;
Mitos e Tabus da sexualidade.
  • ·         A aparência física denuncia a capacidade sexual;
  • ·         Durante a velhice o desejo sexual diminui para ambos os sexos;
  • ·         Os meninos que brincam com brincadeiras de meninas, podem desenvolver aptidões homossexuais;
  • ·         O tamanho dos genitais do homem e da mulher são associados a sua capacidade sexual;
  • ·         A masturbação pode provocar desde a debilitação física até a perda do interesse sexual pela outra pessoa;
  • ·         O sexo durante a gravidez é desinteressante e perigoso para o bebê;
  • ·         A infertilidade influi no desempenho sexual;


  Finalizamos a aula através de indicações da professora Ana Raquel para pesquisar sobre: O Pensamento Infantil Sexualidade/ Profissão Repórter Homossexualidade;

domingo, 3 de novembro de 2013

  


São tantos mistérios na vida dela, tantas idas sem vindas, e tristezas contidas dentro de uma mulher ainda menina.

Dois tons de amor.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Qual a definição de Sexualidade Humana?

            O termo Sexualidade é bastante amplo, envolve vários fatores da personalidade, do comportamento e do sentimento humano.
            O sexo genético, através dos cromossomos (XY) para o homem e (XX) para a mulher, os hormônios inerentes a cada sexo e genitália formada de pênis e testículos para caracterizar o homem e vagina para caracterizar a mulher, não são os únicos fatores que encerram o termo sexualidade humana.
            Os papéis sociossexuais, imposto pelos valores culturais, absorvidos desde a infância caracterizam e moldam cada sexo.
            Os elementos abaixo referidos são aspectos que integram o conjunto de características que chamamos de sexualidade.
            A sexualidade própria de cada pessoa, a meiguice, carinhos, carências, os afetos, impulsos sexuais, socialização, agressividade, a forma cortez ou grotesca de se comunicar com os outros, a colocação da voz através do seu timbre, tonalidade e velocidade, o nível de simpatia ou antipatia, a maneira de se vestir e se reproduzir, o grau de inibição e a capacidade de atrair o outro, as preferencias sexuais, desejos, fantasias, as manifestações da excitação e do orgasmo, a beleza física e a disposição anatômica das formas do corpo, etc.,  caracterizam o que chamamos de sexualidade.
            Portanto, o termo sexualidade é bastante amplo, dinâmico e mutável, pode ser empregado em vários sentidos, e varia desde o educativo ao pornográfico, do terapêutico ao erótico.

Autor: Luís B. Meira




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Educação e Sexualidade
Troca de Sapatos

            No dia 25/10/2013 Iniciamos a aula através de uma dinâmica, onde as alunas formaram um círculo e tiraram os seus calçados colocando a sua frente, em seguida fomos orientadas a dar quatro passos para direita e calçar o sapato da colega, isso procedeu ao som da banda Roupa Nova ouvindo a música “Sapato Velho,” após a primeira troca andamos aleatoriamente pela sala e quando ouvíamos o som do apito trocaríamos o sapato com outra colega, quando houve o último apito calçamos os nossos verdadeiros calçados, e desejamos bom dia abraçando e sorrindo para as colegas.
            Após a dinâmica a turma conversa sobre as dificuldade e facilidades de calçar o sapato da outra pessoa, onde foi questionada como é importante se colocar no lugar do outro antes de julgar, apontar o dedo e falar sem saber o que se passa na vida da mesma.
            É necessário saber que temos vidas e personalidades diferentes, um dos outros e nem sempre vamos agradar a todos com a mesma proporção.



EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE

            A aula de educação e sexualidade do dia 18/10/13 iniciou através de uma dinâmica, onde a professora Ana Raquel dividiu a turma em duas equipes, através da divisão cada membro das equipes recebeu um pedaço de papel e nele um grupo colocou o que se entende por sexo e o outro grupo o que se entende por sexualidade.
            Em seguida foram distribuídos balões coloridos, a intenção seria escolher aquele que sua cor mais agradasse, ao enchermos os balões colocamos dentro deles os pedaços de papeis com os conceitos de educação e sexualidade.
            A segunda etapa da dinâmica foi ao som dos Tribalhista com a música “já sei namorar” escolhida pela professora Ana Raquel.
            Ao iniciar a música as alunas dançaram sem deixar o balão cair no chão, ao termino da música estouramos os balões e lemos quais foram os conceitos de sexo e sexualidade colocados dentro deles.
Definição de sexo
• Definição de gênero;
• Ato sexual;
• Fantasia/ escolha;
• Saúde/ bem estar.
Definição de sexualidade
• Diversas formas de obter prazer;
• Comportamento sexual;
• Forma de viver e encarar o sexo;
• Expressar o prazer sexual;
• Descobrir a sexualidade;
• Interesses;
• Personalidade.
       

             Finalizando a dinâmica houve o intervalo e logo após retomamos a aula com a leitura do texto: Série Saúde Preventiva: Conversando sobre Sexualidade. Segue abaixo o texto citado e a música usada para a dinâmica.

            A sexualidade é algo que vamos aprendendo e experimentando durante toda a vida. Aprendendo? Pois é, diferente do que muita gente pensa, a sexualidade não é um processo biológico, que só tem a ver com os órgãos sexuais e os hormônios. As sociedades e as pessoas vão formando sua compreensão e vivência da sexualidade ao longo do tempo. Os comportamentos, os desejos, as ideias são tanto individuais quanto sociais.
            Como as pessoas e as sociedades mudam a sexualidade também muda. Até pouco tempo atrás se pensava que as mulheres não sentiam desejo sexual e só transavam para engravidar e satisfazer seu marido. Já os homens podiam transar quando quisessem com quem quisessem e quanto mais cedo começassem, melhor!
            Muita coisa mudou, mas ainda há muito preconceito. Se não, como explicar o fato de que as mulheres, jovens ou adultas, sejam chamadas de "galinhas" quando ficam com muitos rapazes ou se já tiveram muitos namorados? Em que elas são diferentes dos homens, que têm muito mais liberdade e se relacionam com quem quiserem?
            E as discriminações que os gays e lésbicas sofrem todos os dias? Não podem namorar na frente de ninguém e nem mesmo apresentar para suas famílias as pessoas por quem estão apaixonados/as! Tudo isso é muito injusto e causa sofrimento. E é por isso que as pessoas, principalmente as mais jovens, terminam por pensar e viver a sexualidade como se fosse uma coisa feia, misteriosa, cheia de proibições e medos, quando deveria ser uma experiência boa, que dá alegria e prazer.
            Muitas pessoas acreditam que a sexualidade é uma necessidade física, como comer, beber água, fazer xixi. Um instinto, como se diz por aí. Mas, se vocês pensarem bem nas suas próprias experiências, num instante vão descobrir que é bem diferente, não é?
            Para o desejo acontecer não basta apenas a ação dos hormônios, mesmo eles sendo muito fortes na adolescência. O fundamental é que a pessoa se sinta estimulada e aí pode ser uma lembrança, uma imagem, um toque, um cheiro, uma música e tantas outras coisas...
            Têm momentos da vida em que o tesão fica mais forte, em outros ele nem aparece, e isso é completamente normal. Afinal, a vida de todo mundo é repleta de muitos acontecimentos, bons e maus, e isso se reflete na sexualidade. Os afetos também são muito importantes. Gostar de alguém, ter carinho, amizade, respeito, confiança levam as pessoas a querer ficar juntas, se conhecer, se tocar, ter prazer uma com a outra.
            Além disso, na vivência da sexualidade também entra o pensamento, não é só emoção; a razão funciona o tempo todo e é o que faz as pessoas escolherem o momento, o/a parceiro/a, o que se quer, ou não, experimentar.
            Também é muito comum se pensar que sexualidade é apenas transar, ou seja, algo que acontece entre duas pessoas, jovens ou adultas, onde tem que haver contato entre os órgãos genitais e penetração do pênis na vagina.
            Esta é uma forma muito antiga de se pensar na sexualidade e está ligada à idéia de que transar tem a ver só com reprodução, com engravidar e ter filhos/as. Mas reproduzir é apenas uma das coisas que pode acontecer quando as pessoas mantêm relações sexuais, só que não é a única.
            Uma experiência sexual legal e gostosa oferece muitas outras possibilidades. Pode ser realizada sozinho/a ou com outra pessoa. Beijar, abraçar, acariciar, cheirar, tocar, lembrar, imaginar, podem dar muito prazer e alegria, não é verdade?
            É possível experimentar várias coisas com o próprio corpo e com o das outras pessoas, só não vale quando provoca sensações desagradáveis, dor, angústia, medo nas pessoas envolvidas, ou quando um dos dois não está a fim.
            Na vivência sexual não se pode nunca obrigar alguém a fazer o que não está com vontade, nem permitir que os outros façam isto com você. É um direito de todas as pessoas não se submeterem a atos que não desejam. Infelizmente ainda é muito comum que os rapazes queiram transar com as namoradas dizendo que assim elas estão lhe dando
            “uma prova de amor”. Isto é um grande absurdo, pois transar com quem se gosta pode ser ato de amor, Paixão, carinho, respeito, mas nunca pode ser “prova” de nada. Fazer sexo é uma experiência maravilhosa, que deve ser compartilhada e desejada pelas pessoas que estão envolvidas, não deve ser jamais uma obrigação, um constrangimento e muito menos um ato de violência.
Apoio:
EED / Novib / Fund. Mac Arthur
SOS CORPO - Gênero e Cidadania
Rua Real da Torre, 593 Madalena
CEP 50610-000 Recife-PE
Fone: 81 3445.2086 Fax: 81 3445.1905

E.mail: sos@soscorpo.org.br

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sonhei que a gente se amava, mas não se aguentava. Que a gente tentava se entender, mas só conseguia se esquecer. Que por mais que se esforçasse, o amor não conseguia aparecer. Que por mais que tentasse, o amor insistia em tentar morrer. Era um amor suicida, sabe? Um amor que a gente não podia se descuidar, não podia deixá-lo sozinho, um amor que sempre errava o caminho, que não podia dividir o ninho.

Sonhei que a gente se amava e não se falava. Que a gente crescia separado, mas quando estava junto dava tudo errado. Que quanto mais longe a gente se afastava, mais a gente gritava, mais o nosso amor esfriava, o coração calava, a intenção errava. Era uma plantação de erros, sabe? Era tentar enxugar gelo. Era procurar no ovo um pelo. Um amor infantil, pouco gentil, um amor desses que a gente prende no canil.

Sonhei que a gente se amava, mas que se odiava. Que a gente não conseguia se olhar, que a gente mal conseguia caminhar, que o tempo ia passando e a gente não conseguia sair do lugar. Era um amor de contramão, um amor que carregava tatuado o não, um amor que só jogava a gente no chão. Um amor de boleia de caminhão, sabe? Daqueles que muda a paisagem a cada fronteira. Amor sem eira nem beira. Um amor de estrada. De noite gelada, de porta fechada, de história mal contada.

Sonhei que a gente se amava, mas não sabia como se amar. Ou sabia e não queria. Ou sabia e fingia que não via. Ou sabia e se iludia. Ou sabia e estragava tudo dia após dia. Sonhei com a gente. Sonhei com o amor. Sonhei que a gente se comportava como predador. Era um sonho que podia se bonito, mas que me deixou meio aflito, sem saber se deveria ter sido escrito, que não se entendia o que era dito, de futuro meio maldito.

Acordei engasgado. Entendi que era só um sonho e fiquei aliviado. Virei pro lado, fechei os olhos e voltei a dormir. Mas o sonho não voltou. Passou. Cessou. O amor sumiu, a gente sumiu, o sonho sumiu. E a noite, sem culpa, prosseguiu.


(Autor: Junior De Paula)