Existem muitas formas de falar sobre sexo, é possível
falar sobre o assunto utilizando uma linguagem educativa, terapêutica, erótica
ou pornográfica. É necessário saber o que falar, para quem e na hora certa,
seguindo estes princípios o falar sobre sexo se torna necessário e salutar.
É mais seguro que as crianças entrem em contato com as
explicações sexuais para as suas indagações pelos pais, de forma adequada ao
nível do seu entendimento.
É mais prudente que os adolescentes recebam as
explicações sobre as transformações orgânicas da adolescência ou sobre as
práticas sexuais dentro da família, que aprenderem com os amigos de modo
incorreto, inseguro e inadequado.
Quando o adolescente aprende sobre sexo fora do seio
familiar, fica deslocado para discutir em casa seus conhecimentos sobre o
assunto.
Muitas vezes os pais não falam sobre sexo para seus
filhos, com receio de ser um incentivo à prática sexual precoce, porém esquecem
os pais que o perigo reside na duvida ou na informação distorcida, não adianta
fugir do assunto, pois as crianças e os adolescentes recebem durante todo tempo
as informações e apelos sexuais, seja do meio em que vive fora de casa, seja
dos órgãos de comunicação, com as distorções que convém aos prestadores das
informações.
As explicações sexuais dos pais ou professores para as
crianças, se não forem tão esclarecedoras ou diretas, que pelo menos não sejam
ilógicas nem transmitidas de modo hostil.
Luís B.Meira

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