quinta-feira, 28 de novembro de 2013



Somos muitas Marias, que por acaso nos encontramos em um mesmo local com os mesmos objetivos: SEGUIR, LUTAR, VENCER, CONQUISTAR... Juntas estamos: convivendo, descobrindo, desvendando, ensinando, discutindo e se amando.  Não foi fácil chegar à reta final do nosso curso e sabemos que a luta começa agora. Agora é a hora de mostrar tudo que o curso ensinou e proporcionou. Agora pedagogas, é a hora de por em pratica essa profissão que grita incessantemente dentro dos nossos corações.
A convivência e as amizades construídas ficarão na memória em especial os momentos felizes que passamos juntas!

Orgulho de ser pedagoga! 

Escolhi essa música, pois de certa forma a sua letra retrata a história da cada uma. 




Li e recomendo; O livro "sexos aquilo que os pais não falaram para os filhos" trás em seus escritos temas bastante relevantes, onde através deles os jovens conseguem esclarecer suas dúvidas e os pais e professores podem orienta-los através de suas dicas. 
O livro foi escrito pelo o autor Luís Batista Meira, psicólogo com licenciatura plena em psicologia pela UNIPÊ; formação em psicologia clínica comportamental; especialização em educação especial. Pós-graduação lato sensu em sexualidade humana pela Universidade Gama Filho – RJ, em dependência química pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Desenvolve suas atividades profissionais na psicoclínica- Clínica de Psicologia e Sexologia.
Falar  de Sexo para as crianças e adolescentes estimula o impulso delas para a prática  sexual?



            Existem muitas formas de falar sobre sexo, é possível falar sobre o assunto utilizando uma linguagem educativa, terapêutica, erótica ou pornográfica. É necessário saber o que falar, para quem e na hora certa, seguindo estes princípios o falar sobre sexo se torna necessário e salutar.
            É mais seguro que as crianças entrem em contato com as explicações sexuais para as suas indagações pelos pais, de forma adequada ao nível do seu entendimento.
            É mais prudente que os adolescentes recebam as explicações sobre as transformações orgânicas da adolescência ou sobre as práticas sexuais dentro da família, que aprenderem com os amigos de modo incorreto, inseguro e inadequado.
            Quando o adolescente aprende sobre sexo fora do seio familiar, fica deslocado para discutir em casa seus conhecimentos sobre o assunto.
            Muitas vezes os pais não falam sobre sexo para seus filhos, com receio de ser um incentivo à prática sexual precoce, porém esquecem os pais que o perigo reside na duvida ou na informação distorcida, não adianta fugir do assunto, pois as crianças e os adolescentes recebem durante todo tempo as informações e apelos sexuais, seja do meio em que vive fora de casa, seja dos órgãos de comunicação, com as distorções que convém aos prestadores das informações.
            As explicações sexuais dos pais ou professores para as crianças, se não forem tão esclarecedoras ou diretas, que pelo menos não sejam ilógicas nem transmitidas de modo hostil.

Luís B.Meira 



Tudo na vida é questão de se permitir. Tudo na vida é questão de seguir em frente, não desistir. Tudo na vida é questão de não deixar a peteca cair, de se equilibrar na corda quando tudo em volta ruir, de se manter firme, não pedir para sair. Tudo na vida é questão de manter a cabeça erguida, de não ignorar suas próprias feridas, de tomar as rédeas e ser o dono da sua vida. 


Tudo na vida é questão de respirar fundo, de aproveitar cada segundo, de ter em mente, sempre, que você é só mais um no mundo. Tudo na vida é questão de ponto de vista, de mesmo no chão se manter otimista, de ter a consciência de que nunca vamos ser tão perfeito como o que pregam as capas das revistas. Tudo na vida é comprometimento, é sinceridade, responsabilidade, é saber que ninguém é só maldade ou só verdade. 

Nem toda vida é só fato, só boato, só retrato ou só o que está escrito no contrato. Nem toda vida é só ação, só reação, só falta ou excesso de coração. Nem toda vida é só fim de tarde em Ipanema, só sonho de ser estrela de cinema, só vulcão, só um tropeção, só um bando de problemas sem solução. Nem toda vida é ponto final, um dom especial, só bandido, só policial. Nem toda vida é só abraço, só bagaço, só golaço, só nervos de aço. Nem toda vida é só vida, nem toda vida é só azar ou só sorte, nem toda vida é só esperar a hora de chegar a morte. 

Nem. Tudo é. Tudo.


Junior de Paula


O que são desvios sexuais?

         A cultura se encarrega de transmitir os valores sociais e sexuais das gerações passadas para as gerações futuras.
            Desvio sexual, também chamado de Parafilia é o comportamento sexual que não segue os padrões mais ocorrentes ou comuns de um povo em uma determinada época, o desvio geralmente é uma conduta sexual minoritária no convívio social.
            O desvio está ligado a um comportamento sexual diferenciado e se relaciona diretamente com a preferência sexual de alguém, sua relação de desejo, fantasias e a forma de perceber o prazer sexual.
            As Parafilias estatisticamente ocorrem mais frequentemente como os homens e surgem pouco a pouco, de acordo com as descobertas sexuais e as respectivas experiências.
            A presença de objetos na pratica sexual ou utilizar-se de animais, o relacionamento com pessoas de idades significativamente distantes como crianças ou idosos, a prática sexual com uso de violência ou associada com caráter de dor, a atração especial por roupas íntimas, observar ou ser observado em praticas sexuais ou ainda a observação ou exposição dos órgãos sexuais, desejar pessoas do mesmo sexo, vestir-se com características do sexo oposto, etc.
            As situações aqui expostas são alguns exemplos de desvios sexuais, é importante salientar que o desvio caracteriza-se pela condição de fixação do desejo em uma determinada situação, passando a ser a forma ideal para obtenção do prazer.


Luís B. de Meira

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


O  Que é adolescência?



            Adolescência é uma fase da vida de cada ser humano que tem como característica fundamental as transformações no plano orgânico, psicológico e comportamental.
            É o elo entre a fase infantil e a fase adulta, é a preparação para uma nova vida. A adolescência seguramente é um dos períodos mais difíceis da vida. As transformações ocorridas nesta fase determinantes na caracterização do novo adulto, através da consolidação da estrutura de personalidade, das aquisições comportamentais, dos valores e novos papéis sociais.
            As relações familiares estabelecem durante toda a infância os laços afetivos relacionais das pessoas para com os outros e para consigo, porém, é na adolescência que ocorre a confirmação deste padrão de comportamento.
            Não é possível estabelecer a idade exata para o início ou término da adolescência, pois isto varia de pessoa para pessoa. No entanto as meninas iniciam a puberdade geralmente entre 10 e 12 anos, os meninos em torno de 2 anos mais tarde, em relação às meninas. As mudanças que ocorrem durante a adolescência no corpo dos meninos e das meninas chamaram de puberdade. O início da adolescência é estabelecido por inúmeros fatore:
·         Fatores genitais (determinados pela herança genética através dos genes);
·         Fatores nutricionais: podem influir direta ou indiretamente em adiar o desencadeamento da puberdade;
·         Fatores hormonais: a hipófise (glândulas que se localiza no hipotálamo), aumenta a sua produção do FSH (Hormônio Folículo Estimulante) e LH (Hormônio Luteotrófico), que atuam diretamente na ativação dos ovários (na produção de espermatozoides e testosterona).
            A adolescência é algo mais amplo que a puberdade, porque não envolve apenas as transformações orgânicas, abrange também os conflitos psicológicos, característicos desta época e a aquisição de novos comportamentos que envolvem a assimilação dos papéis de homem e mulher, as relações sociais ( o agrupamento com colegas da mesma idade), o afrontamento da conduta sexual com as recorrência dos desejos e fantasias sexuais, além da preparação do organismo para a concepção de um novo ser.

Luís B.Meira





sábado, 23 de novembro de 2013

Educação e Sexualidade Aula do dia: 22/11/13

Pais, como responder as curiosidades sexuais das crianças, em suas descobertas sexuais? 


            Não é algo fácil para os pais responderem às curiosidades sexuais dos seus filhos e acompanharem as mudanças corporais no decorrer do seu crescimento. Os pais veem seus filhos como eternas crianças, quase sempre não enxergam que elas cresceram, tratam os mesmos como; pequenos, ingênuos, inocentes e puros.
            Os pais são surpreendidos com perguntas relacionadas a sexualidade, que inicia-se geralmente a partir dos três anos de idade. Ao serem deparados com tais perguntas eles ficam abismados por acharem que seus filhos não teriam entendimento sobre o assunto. Como são pegos de surpresa, as suas respostas na maioria das vezes são inseguras e inadequadas que geralmente confundem a criança.
Algumas reações dos pais devem ser evitadas como:

·         Atitudes agressivas em substituição a respostas adequadas;
·         Brigar com a criança por ela ter efetuado determinada pergunta;
·         Deixar de responder às perguntas, se fazendo que não ouviu, ou não entendeu.

            Estas opções acima são algumas reações descritas como inadequadas para o desenvolvimento psicossexual das crianças, cada caso tem sua particularidade, os pais não devem fugir do diálogo, devem encarar com simplicidade as perguntas de seus filhos dando-lhe respostas convincentes, no intuito de conquistar a confiança das crianças.
As respostas devem ser objetivas, verdadeiras, devem suprir a pergunta da criança utilizando uma linguagem próxima da mesma e as explicações mais detalhadas, devem vir com o avanço da idade ou do nível de compreensão.



sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Educação e Sexualidade

Aula do dia 08/11/13 Estágios do Desenvolvimento Humano Segundo Diversas Teorias.

            Para iniciarmos o dia juntas, a professora Ana Raquel propôs ficarmos abraçadas e em silêncio para que pudéssemos ouvir apenas o som do ambiente. A intenção através desse gesto é começar as atividades com a sensação de paz interior.
            Logo após fomos instruídas a participar de uma dinâmica, a qual se procedeu da seguinte forma: escolhemos um objeto dentro das nossas bolsas e a partir da escolhas, independente do qual objeto foi escolhido, tivemos que relatar qual a sua importância para a utilização do tal objeto. Através das escolhas surgiram vários relatos que a partir deles podemos enxergar o valor de alguns materiais que carregamos conosco e nunca tínhamos parado pra pensar a sua importância.
            Em seguida discutimos sobre as fases do desenvolvimento humano segundo FREUD e PIAGET, mas dando ênfase a teoria de Freud. O estudo decorreu através de um texto em forma de tabela que relata as fases do desenvolvimento e as dúvidas apontadas era esclarecidas pela professora Ana Raquel. Através do estudo passamos a conhecer passo a passo o desenvolvimento humano que ocorre da seguinte forma:
Fase Oral: 0 a 12/18 meses Onde as crianças tem a mania de levar alguns objetos a boca, segundo Freud a boca é uma importante fonte de prazer.  
Fase Anal: 12 a 18 meses Também é uma área onde os pequeninos sentem algumas sensações prazerosas.
Fase Fálica: 3 a 6 anos O que é bem comum nessa idade, é a curiosidade despertada nas crianças em descobrir o sexo oposto e também descobrir o seu próprio corpo.
Fase de Latência: Dos 6 à puberdade Onde o corpo está sofrendo algumas mudanças.
Fase Genital: Puberdade/ adulta onde passa a conhecer todas as formas de prazer.
            Através do estudo, ficamos cientes que como professoras temos o dever de saber lidar com algumas situações, que podem soar como “saia justa” através de alguma pergunta feita sobre sexo por alguma criança, ou se presenciarmos cenas de sexualidades entre os pequeninos. Devemos ter segurança de como vamos explicar tais situações de uma forma que os alunos entendam e compreendam, sem precisar omitir, ou mentir. Pois as crianças são muito espertas e na maioria das vezes sabem quando os adultos metem sobre esse assunto.



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Educação e Sexualidade

             A aula do dia 01/11/ 13 de educação e sexualidade iniciou através das explicações feitas pela professora Ana Raquel de com seria realizada a avaliação da disciplina. Logo após apresentamos o resultado da pesquisa relacionada aos mitos e tabus do tema: SEXUALIDADE. Onde as dúvidas eram esclarecidas pela professora do qual seria realmente mito ou não.
Segue abaixo os resultados;
Mitos e Tabus da sexualidade.
  • ·         A aparência física denuncia a capacidade sexual;
  • ·         Durante a velhice o desejo sexual diminui para ambos os sexos;
  • ·         Os meninos que brincam com brincadeiras de meninas, podem desenvolver aptidões homossexuais;
  • ·         O tamanho dos genitais do homem e da mulher são associados a sua capacidade sexual;
  • ·         A masturbação pode provocar desde a debilitação física até a perda do interesse sexual pela outra pessoa;
  • ·         O sexo durante a gravidez é desinteressante e perigoso para o bebê;
  • ·         A infertilidade influi no desempenho sexual;


  Finalizamos a aula através de indicações da professora Ana Raquel para pesquisar sobre: O Pensamento Infantil Sexualidade/ Profissão Repórter Homossexualidade;

domingo, 3 de novembro de 2013

  


São tantos mistérios na vida dela, tantas idas sem vindas, e tristezas contidas dentro de uma mulher ainda menina.

Dois tons de amor.