quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Estudo de Caso. Aula do dia (13/12/2013)

            Iniciamos a aula através da dinâmica (teia de aranha). Formamos um círculo com a intenção de que todas estivessem totalmente integradas, por meio de um barbante, vamos conduzindo-a, ao entregar o barbante para a colega escolhida éramos instruídas a falar algo que desejássemos e isso se procede até finalizar com a última pessoa do círculo, e ao término da dinâmica fica de forma visível uma grande semelhança com uma teia de aranha.
             As palavras ditas para cada colega da sala de aula surtiram efeito de emoção, notamos que durante esses quatros anos iniciamos a nossa “teia de aranha” e estamos mantendo até os dias atuais do término do curso e o esperado e que ela nunca se desfaça que as amizades construídas permaneçam e sejam verdadeiras sempre, pois sempre iremos precisar uns dos outros, e isso não vale apenas para as amizades da sala de aula, mas para levarmos como lição de vida em qualquer relação que iniciarmos.
            Em seguida fomos divididas em 4 grupos para solucionar estudos de casos relacionados a curiosidade e comportamentos sexuais das crianças. Cada grupo tinha que buscar uma solução da melhor maneira possível e a nossa resposta eram comparadas com a de psicólogos. Ao finalizar o estudo, chegamos à conclusão que é normal esse comportamento na infância e cabe aos pais, professores e especialistas (se for o caso), de explicar, e responder as curiosidades de acordo com a faixa etária dos pequenos e orientar os mesmos sobre comportamentos constrangedores, o que não for certo, saber repreender sem causar bloqueio na criança.




HOMOFOBIA: AULA DO DIA (06/12/13)

            Homofobia é um tipo de preconceito que algumas pessoas ou grupo, alimentam contra lésbicas, homossexuais, transexuais, bissexuais, ou seja, contra pessoas que se vestem ou se comportam de forma oposta ao seu sexo. Existem protestos e manifestações que são formados para “humilhar” e discriminar essa classe.
 É lastimável afirmar que muitos que carregam o preconceito contra os homossexuais, foram induzidos pela sociedade quando ainda eram crianças. Quem nunca ouviu: Meninas usam rosa, e meninos usam azul. Meninos não podem brincar com meninas, ou então podem causar um certo desvio sexual. Infelizmente esse conceito está presente até nos dias atuais. E cabe a sociedade mudar essa concepção, pois cor de roupa não define opção sexual de ninguém.
            Infelizmente a homofobia esta presente por toda parte. É curioso destacar que muitas vezes alguns dos atos violentos e preconceituosos são realizados por pessoas que apresentam sinais de homossexualidade, mas por algum motivo não sai do “armário”.  A violência contra essa classe está cada vez mais alarmante, quantos são encontrados mortos, ou espancados? Quantos saem das suas cidades com a intenção de trabalhar em casas de show em outros países idealizando que vão fazer carreira, quando chegam lá são explorados sexualmente e recebem merrecas que muitas vezes não dá nem para pagar sua própria alimentação? Até mesmos dentro das escolas muitos são excluídos e descriminados por pessoas hipocráticas e ignorantes. E através dessas atitudes absurdas os homossexuais sentem-se menosprezados, afetando assim, no seu crescimento pessoal e social.
Então para que essa historia se reverta temos que levanta a bandeira contra a homofobia reivindicar e mostrar que homossexuais possui os mesmos direitos que os heterossexuais. Apesar de que aos poucos em alguns países os homossexuais estão conquistando direitos, como: casamento legalizado, adoção, barriga de aluguel, entre outros, ainda existe muito para se conquistar, principalmente, lutar para que as agressões sejam evitadas e se ocorrer que os responsáveis sejam punidos. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Vídeo assistido na aula do dia: 29/11/13

VÍDEO: Campanha contra Homofobia na Irlanda. 




Esse vídeo trás a história de dois jovens que sofrem bullying na escola por serem homossexuais, ao comparar esse com o (Encontrando Bianca) gravado no Brasil notamos que os mesmos trás o preconceito como destaque, os dois apresentam agressões diferentes, no Brasil a maioria dos homossexuais sofrem agressões físicas e na Irlanda agressões verbais. Algo que não deixa de ser um ato covarde e desnecessário, pois cada um tem o direito de fazer as suas próprias escolhas, e em relação a sua sexualidade independente da qual seja não deixam de serem cidadãos e capazes de exercer os seus papéis na sociedade.
Vídeo assistido na aula do dia : 29/11/2013

Vídeo: MEC BRASIL Encontrando Bianca




O vídeo descreve a história da transexual Bianca que sofre por muitos preconceitos e barreiras até ser aceita por alguns como mulher. A mesma tem o sonho em ser professora, e sabe que para alcançar o seus objetivos irá enfrentar mais preconceitos e não aceitação diante alguns na sociedade.  





Sexualidade nas Diversas Fases da Vida (Aula do dia: 29/11/13)

            Esta aula iniciou através da apresentação do slide: A Sociedade é repressora em cada período da vida humana. Após a sua exibição discutimos e descobrimos o que acontece sobre a sexualidade em cada etapa das nossas vidas (infância, adolescências e terceira idade).
Veja abaixo alguns pontos que foram destacados.
Infância: Sexualidade negada;
Na infância a sexualidade é associada às sensações e preocupações de prazeres.
Tocar e perceber limites do próprio corpo;
Descobrir partes do corpo prazerosas;
Brincadeiras com outras crianças.
            Nesta fase a criança descobre os seus órgãos que transmite sensações de prazer, através de toques, despertam também a curiosidade de descobrir o que o outro do sexo oposto esconde debaixo das roupas. Muitas carregam bastante curiosidade, onde os pais devem ter um certo jogo de cintura para poder responder com clareza e objetividade as perguntas feitas pelos pequeninos estando de acordo com a faixa etária de cada criança. Antes de responder é conveniente saber quais os conhecimentos prévios que os pequenos têm em relação às perguntas feitas e depois de suas respostas, seriam esclarecidas as dúvidas.
Adolescência: Sexualidade é mal vista, existem transformações biológicas, sociais, familiares, psicológicas;
Busca de identidade pessoal e sexual;
Busca por espaço social de homem e mulher;
Capacidade de planejar e projetar o futuro;
Capacidade de análise crítica;
Formação de valores próprios.
            Nesta fase o adolescente passa por diversas transformações, o corpo de criança vai ficando para trás e outras formas vão surgindo, como: crescimento dos seios, quadris arredondados (no caso das meninas), mudança da voz, pelos no rosto (no caso dos meninos) entre outras mudanças. Acabam descobrindo qual identidade sexual prevalece em seu corpo, e aumenta a responsabilidade por um espaço na sociedade diante a sua capacidade de analise crítica e suas formações de valores próprios.
Terceira Idade: Sexualidade é ridicularizada é importante lembrar que a sexualidade vai muito além da genitalidade e faz parte de todas as fases da vida.
            Nesta fase, os idosos são ridicularizados por manifestarem, carinho, afeto e por apresentarem desejos sexuais. Muitos criticam, ou faz piada diante de algumas situações apresentadas por pessoas da terceira idade. É importante destacar que nunca é tarde para amar independente da idade avançada.
Diante os temas apresentados pelo o slide debatemos sobre vários assuntos além desses que já foram destacados, passo a destacar mais um, que é o “Ficar”.
Conceito de ficar: O ficar é um ato presente na adolescência e é visto pela sociedade como, um tipo de relação que está fundamentada na atração física, no erotismo na existência da não exclusividade de ambas as partes e no seu aspecto passageiro, procuram esse tipo de relacionamento como forma de experimentar a intimidade e uma série de desejos, sentimentos e emoções relacionadas a ela, sem, contudo precisarem estar vivendo um compromisso com o outro.
           
  Após os estudos dos slides assistimos dois vídeos de campanhas contra homofobia. Um gravado no Brasil e outro na Irlanda. Depois que assistimos fizemos uma comparação de como é vista a homossexualidade nos dois países.





quinta-feira, 28 de novembro de 2013



Somos muitas Marias, que por acaso nos encontramos em um mesmo local com os mesmos objetivos: SEGUIR, LUTAR, VENCER, CONQUISTAR... Juntas estamos: convivendo, descobrindo, desvendando, ensinando, discutindo e se amando.  Não foi fácil chegar à reta final do nosso curso e sabemos que a luta começa agora. Agora é a hora de mostrar tudo que o curso ensinou e proporcionou. Agora pedagogas, é a hora de por em pratica essa profissão que grita incessantemente dentro dos nossos corações.
A convivência e as amizades construídas ficarão na memória em especial os momentos felizes que passamos juntas!

Orgulho de ser pedagoga! 

Escolhi essa música, pois de certa forma a sua letra retrata a história da cada uma. 




Li e recomendo; O livro "sexos aquilo que os pais não falaram para os filhos" trás em seus escritos temas bastante relevantes, onde através deles os jovens conseguem esclarecer suas dúvidas e os pais e professores podem orienta-los através de suas dicas. 
O livro foi escrito pelo o autor Luís Batista Meira, psicólogo com licenciatura plena em psicologia pela UNIPÊ; formação em psicologia clínica comportamental; especialização em educação especial. Pós-graduação lato sensu em sexualidade humana pela Universidade Gama Filho – RJ, em dependência química pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Desenvolve suas atividades profissionais na psicoclínica- Clínica de Psicologia e Sexologia.